O Primeiro Instituto Familiar de Práticas, Estudos e Propagação do Aikido em Sergipe

Faixas Pretas do Instituto Makoto de Aikido

Os Yudanshas do Instituto Makoto são os praticantes que nasceram em nosso Dojo e abraçaram os nossos princípios de sinceridade e respeito inerentes a nossa família. 

Marcelo Cerveira Gurgel - Yudansha Makoto (Nidan)


Sou formado em Direito pela Universidade Federal Rio Grande do Norte e em 2004 logrei êxito na aprovação no concurso para a Magistratura do Tribunal de Justiça de Sergipe.

Comecei a praticar Aikido em 2008, há aproximadamente seis anos, inicialmente como uma forma de praticar um esporte e uma estratégia para aliviar o estresse. Sempre tive o desejo de praticar uma arte marcial e vi no aikido um caminho para realizar esse sonho e ao mesmo tempo expandir o meu núcleo de relacionamento social.

O fator de defesa pessoal oferecido pela arte também foi um ponto que interferiu bastante na escolha do aikido.

Me mantive sempre junto ao Instituto Makoto, onde encontrei um caminho não só de aprendizagem da técnica de defesa, mas principalmente um de aprimoramento pessoal e superação de desafios.

Tenho um profundo respeito e admiração pelos nossos Senseis fundadores Josemar e Josnei Dias, pelo respeito e dedicação que ofertam ao ensinamento da arte marcial, bem como aos praticantes do Instituto.

Após a graduação de yudansha, tenho por objetivo continuar aprimorando a técnica e o espírito marcial, de forma a continuar colaborando no que for possível com o Instituto Makoto e a prática do Aikido.



Certificado de Nidan nº 71111, comprovando que Marcelo Gurgel é um Yudansha (Faixa-Preta) da AIKIKAI FOUNDATION, AIKIDO WORLD HEADQUARTERS (Hombu Dojo-Japão). Com o AIKIKAI MEMBERSHIP NUMBER 275402.


Certificado de Shodan nº 160685, comprovando que Marcelo Gurgel é um Yudansha (Faixa-Preta) da AIKIKAI FOUNDATION, AIKIDO WORLD HEADQUARTERS(Hombu Dojo-Japão). Com o AIKIKAI MEMBERSHIP NUMBER 275402.

Guilherme Monteiro - Yudansha Makoto (Nidan)


Guilherme Monteiro é faixa-preta Nidan (2º Dan), iniciou a sua prática no Aikido em 2009.

Por compreender os princípios de Sinceridade e Respeito, também permanece treinando no Instituto Makoto de Aikido, mesmo após ser autorizado a ser Instrutor Independente, bem como auxiliando os Senseis Josemar e Josnei Dias de todas as maneiras que lhe são possíveis, prezando assim por caráter e índole exemplares.

É, atualmente, estudante de Direito e comparece assiduamente aos treinos das terças e quintas-feiras, no Dojo Makoto São José, sempre se dispondo a permanecer no local após o treino para auxiliar os demais praticantes a, querendo, praticar um pouco mais, bem como solucionar eventuais dúvidas.





Certificado de Nidan nº 73550, comprovando que Guilherme Chagas é um Yudansha (Faixa-Preta) da AIKIKAI FOUNDATION, AIKIDO WORLD HEADQUARTERS (Hombu Dojo-Japão). Com o AIKIKAI MEMBERSHIP NUMBER 275400.


Certificado de Shodan nº 160683, comprovando que Guilherme Chagas é um Yudansha (Faixa-Preta) da AIKIKAI FOUNDATION, AIKIDO WORLD HEADQUARTERS (Hombu Dojo-Japão). Com o AIKIKAI MEMBERSHIP NUMBER 275400.

Arthur Santos - Yudansha Makoto (Nidan)

Como conheci o Aikido

Em 2002, entrei para a PM, e na academia ainda me achava baixinho pra profissão, por isso na hora de escolher a equipe de esportes, escolhi o judô, aproveitando como atividade dois em um (educação física e defesa pessoal). Fiquei na equipe de judô por dois anos e meio, fui branca e amarela. Nessa época, em Recife visitei um dojo de aikido que não lembro o nome agora.

Quando voltei pra Sergipe, em dezembro de 2004, a vida foi normalizando aos poucos, reaprendendo o ritmo de família, estudo, trabalho. Então comecei a procurar uma arte marcial completa que me deixasse pronto na minha profissão para enfrentar qualquer situação qualquer surpresa e qualquer lutador metido a bater em Polícia. Procurava algo pra garantir a minha saúde e a minha integridade física.

Nesse tempo na PM apareceu um curso de atualização profissional. Me inscrevi logo e os colegas já criticavam achando cedo já que tinha acabado de chegar da academia, mas insisti porque ia sobrar vaga e conhecimento nunca é demais.

Na Academia, em três anos foram 180 horas de defesa pessoal, mais as aulas da equipe de judô. Quem acha que isso é suficiente para um profissional que vai passar 30 anos de serviço está enganado. Por isso que quando apareceu um curso de defesa pessoal na pmse, me inscrevi e ainda participei como visitante na edição seguinte.

Sempre nas instruções de defesa pessoal da Academia ou da PMSE os instrutores eram faixa-preta em uma ou mais artes e sempre tinham muita experiência com outros faixas-pretas e outras artes em outros cursos. Sempre aparecia alguém dizendo que “essa técnica é da SWAT”. e nas aulas recebíamos um mix de técnicas de várias artes marciais contra as mais diversas formas de ataques e situações. Mais tarde percebi que várias das famosas da SWAT eram pedaços de técnicas de aikido com outro nome ou apelido.

Durante o curso de defesa pessoal os alunos participaram de um seminário de aikido. Ali eu decidi, quando acabar o curso eu começo a treinar aikido.

Comprei logo o dogui pra não inventar desculpa. E comecei a treinar em dezembro de 2006. No tempo de branca amarela e roxa, parecia que corpo e mente estavam em sintonia e com folego infinito. Na verde passei um tempo sumido, tentando voltar mas não conseguia ritmo. Não lembro a época que melhorei e me organizei e voltei a treinar dizendo ao Sensei que “ia parar de achar desculpas para não ir treinar e ia passar a achar desculpas para ir treinar”.

Logo que terminei o curso de defesa pessoal, fui designado como instrutor de defesa pessoal no curso de formação de soldados. E depois em diversas oportunidades e turmas diferentes. Nesse momento o aikido me ajudou pois a aula não era de aikido, eu era iniciante e logo depois tinha pouco tempo de graduado. Então eu usava o aikido como coringa, pois sempre vinham as perguntas e desafios: “e se isso não funcionar? E se aquilo? E se aquilo outro?”. Assim eu sabia que não existe uma técnica perfeita que funcione para tudo e para todos, o que existe é confiança, agilidade, reflexo, conhecimento da técnica, repetição, ter um leque de técnicas para plano B, C, D,...

Aprendi na PM que para sermos bons profissionais, sermos os melhores, (já que estamos resguardando nossas vidas e as dos cidadãos em situações adversas, inesperadas e imprevisíveis), precisamos estar sempre nesse trio: TREINAR, OPERAR E INSTRUIR. Que é igual a estudar, fazer na prática e ensinar. Por isso não abandono e nunca vou deixar de praticar aikido que cuida do corpo e da mente mantendo o equilíbrio e a saúde e ainda fazendo mais e mais amigos a cada dia.

Outra coisa que aprendi por ai é que se a gente lê a gente assimila (x)%, se ouve uma palestra ou vídeo assimila (2x)%, se assiste uma aula e interage assimila (3x)% e se você ensina, você assimila (4x)%. Esse é o outro motivo que não saio do aikido (ou o aikido não sai de mim). É a hora de aprender. O aikido começa agora.


Certificado de Nidan nº 73549, comprovando que Arthur Santos é um Yudansha (Faixa-Preta) da AIKIKAI FOUNDATION, AIKIDO WORLD HEADQUARTERS(Hombu Dojo-Japão). Com o AIKIKAI MEMBERSHIP NUMBER 275395.


Certificado de Shodan nº 160678, comprovando que Arthur Santos é um Yudansha (Faixa-Preta) da AIKIKAI FOUNDATION, AIKIDO WORLD HEADQUARTERS(Hombu Dojo-Japão). Com o AIKIKAI MEMBERSHIP NUMBER 275395.

Cristiano Prudente - Yudansha Makoto (Shodan)


Quando informo que pratico Aikido, logo surgem brincadeiras como “aikido aqui, aikido ali”, “a é aquela arte que as pessoas contam para poder atacar” entre outras. Com um breve sorriso no rosto convido o (a) mesmo (a) para realizar um treino e realmente conhecer o que é Aikido.

Comecei a ouvir essas brincadeiras em 2009, quando fui recebido pelo Instituto Makoto para realizar uma aula experimental e dessa aula não saí mais. 

Anos se passaram e o desejo de aprender mais, só continua a crescer, a união, o espírito sincero dos Senseis Josemar e Josnei, fazem com que o Aikido continue vivo e forte no coração de cada praticante.


Diferente das outras artes, jiu-jítsu, boxe, muay thay que já pratiquei, o Aikido fez com que eu me harmonizasse comigo mesmo, trouxe a tona essência de quem realmente sou (um homem de cento e tantos quilos)  de alma e coração leve.



Certificado de Shodan nº 160679, comprovando que Cristiano Prudente é um Yudansha (Faixa-Preta) da AIKIKAI FOUNDATION, AIKIDO WORLD HEADQUARTERS(Hombu Dojo-Japão). Com o AIKIKAI MEMBERSHIP NUMBER 275396.

Giovani Souza - Yudansha Makoto (Shodan)


Formado em Licenciatura em Educação Física e amante das artes marciais, desde pequeno pratiquei diversas modalidades de lutas, mas em novembro de 2009 comecei a vivenciar o Aikido no Instituto Makoto, e desde então faço parte dessa maravilhosa família. 

Anos se passaram, e um sonho de infância foi realizado, de ser faixa preta. O desejo de aprender continua, ainda tenho a sede de um novato, pois entendo que “um Yudansha nada mais é que um faixa branca que não desistiu” (autor desconhecido).


Ser graduado é assumir grandes responsabilidades junto aos Senseis e demais praticantes, neste sentido que me coloco a disposição para ajudar a difundir os princípios do Aikido e do Instituto dentro e fora dos Dojos, pois compreendo que a prática do Aiki transcende os limites físicos de quatro paredes podendo ser usado em nosso cotidiano. 



Certificado de Shodan nº 160682, comprovando que Giovani Souza é um Yudansha (Faixa-Preta) da AIKIKAI FOUNDATION, AIKIDO WORLD HEADQUARTERS(Hombu Dojo-Japão). Com o AIKIKAI MEMBERSHIP NUMBER 275399.

Leon Oliveira - Yudansha Makoto (Shodan)


Fui apresentado ao Aikido por meu então professor de Educação Física em meados de 2006, quando ainda cursava o ensino fundamental,  e me tornei fã da arte. Mas foi em dezembro de 2010 que comecei minha verdadeira jornada no Aikido.

Desde então, venho descobrindo que aquilo que primeiramente me atraiu no Aikido (a questão das técnicas de defesa pessoal) é apenas uma parte do que se é adquirido quando se pratica tal arte. São bastante enfatizados, também, os princípios de sinceridade, respeito e convívio harmônico social, tanto dentro quanto fora do Dojo. E esse, para mim, é um diferencial que me cativou.

Fascinado por artes marciais em geral, eu poderia ter escolhido entre diversas outras opções, mas optei e opto por continuar com o Instituto Makoto principalmente pelo bem-estar espiritual que me é proporcionado graças à prática semanal, ao convívio com os princípios e ensinamentos disseminados pelos Senseis do Instituto e à aprendizagem mútua e contínua com os mais diversos praticantes, dos recém-chegados aos mais antigos.

Mantenho-me firme e em treino constante a fim de auxiliar a disseminação do Aikido e seus princípios, como também ajudar o próximo a evoluir física e espiritualmente, da mesma forma que me ajudaram e vêm ajudando todos esses anos. E, por isso, sou muito grato.



Certificado de Shodan nº 160684, comprovando que Leon Oliveira é um Yudansha (Faixa-Preta) da AIKIKAI FOUNDATION, AIKIDO WORLD HEADQUARTERS(Hombu Dojo-Japão). Com o AIKIKAI MEMBERSHIP NUMBER 275401.

Leonardo Marcelino - Yudansha Makoto (Shodan)

Iniciei a prática de aikido no ano de 2011, enquanto ainda era estudante do ensino médio, em busca de aprender uma arte marcial voltada para autodefesa. A princípio tinha como objetivo apenas aprender a me defender, me preocupando bastante em aprender os movimentos e as técnicas necessárias para isso. Contudo, o envolvimento e atenção dos Senseis e Senpais sempre ensinaram que o aikido representa muito mais. 

Princípios como o da sinceridade e do respeito são amplamente trabalhados no instituto, gerando um ambiente propício ao aprendizado e onde também nascem grandes amizades sinceras.  
     
Dessa forma me mantenho firme na prática do aikido, pois ela me proporciona não apenas evolução técnica como também pessoal.


Certificado de Shodan nº 171289, comprovando que Leonardo Marcelino é um Yudansha (Faixa-Preta) da AIKIKAI FOUNDATION, AIKIDO WORLD HEADQUARTERS(Hombu Dojo-Japão). Com o AIKIKAI MEMBERSHIP NUMBER 275401.

Gabriel Teixeira - Yudansha Makoto (Shodan)


Sempre gostei das artes marciais e por meio de um praticante de Aikido e meu professor de basquete o Giovani, fui em busca de uma aula experimental. Dei início a pratica do Aikido no ano de 2011 onde já se vão 6 anos de pratica. A princípio eu achava que era apenas uma arte de defesa pessoal mas com o passar do tempo e com o ensinamento dos Senseis Josemar e Josnei e dos meus Senpais eu percebi que vai muito além de uma simples autodefesa.

Graças ao Aikido me tornei uma pessoa melhor, no meio do ”corre corre” diário, faço o possível para sempre comparecer aos treinos nem que seja uma vez por semana, pois aprendi que no momento que entrar no dojo e pisar no tatame, eu apago todo o pensamento externo e me concentro na aula, no meu kokyo e assim renovo toda a minha energia espiritual.

Essa interação de aprendizado, respeito, gratidão, troca de energia, autodefesa...faz do Aikido um estilo de vida que se depender de mim nunca irei deixar de praticar.

Maxwell Dantas Lima - Yudansha Makoto (Shodan)


"Nasci em 1985, na cidade de Aracaju/SE. Morei até os 15 anos na cidade de Propriá/SE, terra natal dos meus pais. Vim para a capital sergipana para cursar o Ensino Médio, aqui permanecendo até hoje. Graduei-me em Direito pela Universidade Tiradentes no ano de 2009 e, já nesta oportunidade, iniciei carreira no serviço público estadual no Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe. No ano de 2017 galguei o título de especialista em Dir. Administrativo e Constitucional, além da especialização em Direito Civil e Processo Civil.

Iniciei a prática do Aikido no Instituto Makoto em 2011, mas o meu primeiro contato ocorrera quando contava com 13 anos. Naquela época, não tive a maturidade e discernimento necessários para entender a grandeza do Aikido. Tempos depois, iniciei a prática do Aikido no Instituto Makoto, local onde fui fraternalmente acolhido. No Instituto, além da ênfase na prática das técnicas, lançam-se holofotes também na convivência respeitosa e amizade profícua. O Aikido, assim, é visto como ferramenta de transformação de toda a vida, é dizer, um caminho escolhido para ser trilhado com coragem e dignidade, e que impacta diretamente em todos os aspectos da vida.

Percebi, com a prática do Aikido, uma melhora de vida que vai muito além do aspecto físico ("saúde e defesa pessoal"), alcançando ainda o desenvolvimento de capacidades de convivência, de interação social e evolução pessoal.

O ano de 2017 me trouxe uma grande alegria, somada a uma excelsa missão: tornei-me faixa preta. Ciente de que a jornada é perene, continuo a prática do Aikido buscando sempre auxiliar não só o Instituto mas também cada integrante individualmente."